Oficina de Escrita

Aula 1 e 2: 21/3

Aula de Introdução:

a)Avaliações

b)Site

c)Textos e leitura

I)Noção de texto: textualidade, enunciado, enunciação; Modalidades do discurso; Texto verbal e não verbal;

1)Discurso, texto e enunciação

Texto: ABREU, Antônio Suarez Abreu. Curso de Redação. ( pág.9 )

Imaginemos duas pessoas, Luís e Helena conversando:

-Helena, você sabe o endereço do Maurício? Eu preciso mandar uma carta a ele ainda hoje.

Luís: enunciador

Helena: enunciatário

Aquilo que é dito (ou escrito): texto

Intenção do enunciador: enunciação (ou ato ilocucional)

Discurso: principia quando o emissor realiza o processo de textualização e só termina quando o destinatário cumpre sua tarefa de interpretação (dizemos que o discurso é dinâmico)

2) Modalidades do discurso: Texto verbal e não verbal

a)A linguagem verbal é aquela que usa palavras quando se fala ou se escreve (um texto, uma carta, uma entrevista, uma reportagem no jornal escrito ou televisionado...).

b)A linguagem pode ser não verbal. Ao contrário da linguagem verbal, na linguagem não verbal não se faz uso do vocábulo, das palavras para comunicar uma idéia ou um fato. O objetivo, neste caso, não é expor verbalmente o que se quer dizer ou o que se está pensando, mas fazer uso de outros meios comunicativos como: placas, figuras, gestos, objetos, cores, ou seja, dos signos visuais ( o semáforo, o apito do juiz numa partida de futebol, o cartão vermelho, uma dança, o aviso de ¡°não fume¡± ou de ¡°silêncio¡¯, a indicação de ¡°masculino¡± ou ¡°feminino¡± através de figuras nas portas de banheiros, placas de trânsito).

c)A linguagem pode ser verbal e não verbal ao mesmo tempo (cartoons, charges e anúncios publicitários)

Pancho
Charge_Pancho


 









Aula 3: 28/3

O Texto Objetivo x Texto Literário

Texto: PLATÃO, Francisco S. e José Luiz Fiorin.Para Entender o Texto. Ed. Ática, São Paulo, 2003.

I)Modalidade do Discurso:

a)Texto Verbal

b)Texto não verbal

c)Texto verbal e não verbal ao mesmo tempo.

ESTUDO DIRIGIDO:

Com base no texto discutido em classe, responda as questões abaixo:

1) O conteúdo abordado no texto pode servir de critério para determinar se o texto é literário ou não literário?

2)Explique o critério de definição que considera o caráter ficcional e não-ficcional do texto.

3)Explicar a dificuldade em se discernir caráter real x caráter fictício.

4)Qual a diferença entre função estética e função utilitária?

5)O que significa "fruir de um texto"?

6)Por quê a mensagem literária é centrada?

7)O que significa intangibilidade?

8)Qual a diferença entre conotação e denotação nos textos literários e não-literários?

9)Explique a afirmação:"No uso estético da linguagem, procura-se desautomatizá-la, ou seja, criar novas relações entre as palavras".

10)Explique função unitária e função estética.


Aula 4: 04/4

Fichamento e Resumo

Texto: LAKATOS, Eva Maria e Marina de Andrade Marconi. Fundamentos da Metodologia Científica. Ed. Atlas, São Paulo, 6a edição.

Fichas: pág.49

Estudo Dirigido:

1) O que significa fichamento?

2)Qual sua finalidade?

3)A ficha é um instrumento de trabalho que permite________________________.

4)Quando foi criado o sistema de fichas?

5)Qual o aspecto físico das  fichas?

6)Como escolher a ficha ideal?

7)Quais as partes que compõe uma ficha? Explique-as.

-Cabeçalho

-Referência Bibliográfica

-Corpo do texto

-Indicação da obra

-Local

-Conteúdo

8)Explique ficha bibliográfica

9)Explique ficha de citações

10)Explique ficha de resumo ou conteúdo

11)Explique ficha de esboço (a.b.c.)

12)Explique ficha de comentário ou analítica


RESUMOS, pág.68:

Estudo Dirigido:

1)Defina RESUMO.

2)Comente seu conceito, sua finalidade e caráter.

3)Como resumir?

4)Tipos de resumo:

a)Indicativo ou descritivo

b)Informativo ou analítico

c)Crítico

Aula 5: 11/4

Estratégias Textuais

TEXTO: ABREU, Antonio Suarez. Curso de Redação, Ed. Ática Universidade. 2005.

a)Estrutura básica textual: Introdução, desenvolvimento e conclusão

b)Pra que servem as 03 partes que compõem o texto?

c)Unidade textual x colcha de retalhos

d)"Tecer um texto"

e)Erro gramatical x erro de falta de clareza

f)Inteligibilidade do texto: Coesão x Coerência textual

g)Metarregras de coerência: repetição, progressão, não-contradição, relação.



Aula 6: 18/04

Unidade 2: Modalidades de descrição; descrição técnica.

TEXTO: http://www.coladaweb.com/redacao/descricao

Descrição

Descrever é representar, por meio de palavras, as características de seres e objetos percebidos através dos sentidos. O objetivo da descrição é transmitir ao leitor uma imagem daquilo que observamos. É como compor um retrato por meio de palavras, fazendo com que o leitor perceba as características marcantes do ser que estamos descrevendo e de modo a não confundi-lo com nenhum outro.

Vamos comparar agora dois exemplos de representação da realidade:

1

2- … era um animal felino, de pelo preto, expressivos olhos verdes, grandes bigodes, um bichinho de estimação.

No primeiro caso, o ser representado foi reconhecido de maneira imediata. No segundo, foi-se identificando o ser aos poucos, não foi uma identificação imediata.

Ao observarmos um objeto e a descrição do mesmo, percebemos que a imagem transmitida pelo desenho é imediata e global, enquanto que na descrição, somente após a leitura total do texto é que se tem a idéia global do objeto.

Se tivermos em nossa frente duas cadeiras diferentes, poderemos identificá-las através de um só substantivo: cadeira. Essa palavra apenas identifica o objeto, mas não o descreve, pois a descrição consiste na enumeração de caracteres próprios dos seres animados ou inanimados, coisas, cenários, ambientes, costumes sociais, ruídos, odores, sabores ou impressões táteis.

A descrição não se confunde com a definição. A definição é uma forma verbal através da qual se exprime a essência de uma coisa. As coisas, individualmente não admitem definição. Quando definimos, estando tratando de classes, espécies. Quando descrevemos, detalhamos indivíduos de uma mesma espécie. Portanto, a definição é generalizante e a descrição, particularizante.


                DEFINIÇÃO

              DESCRIÇÃO

Cadeira – peça de mobiliário que consiste num assento com costas, e, às vezes, com braços, dobrável ou não, para uma pessoa.

Cadeira – De imbuia, com assento estofado, quatro pernas, duas travessas nas costas e envernizada.

Navio – embarcação de grande porte.

Navio – tinha o casco preto, era baixo, um ar de navio fantasma, muito vagaroso.

Mulher – pessoas do sexo feminino, após a puberdade.

Mulher – Não era bonita, loira, nariz arrebitado, não muito alta, gorda.

Todos os seres existentes no universo físico, psicológico ou imaginário podem ser descritos.

·         mundo físico – Kika era uma simpática dash-hound, de olhos castanhos e pelo brilhante.

·         mundo psicológico – A bondade era morna e leve, cheirava a carne crua guardada há muito tempo. (Clarice Lispector)

·         mundo imaginário – Eu sou a Moça Fantasma que espera na rua do Chumbo o carro da madrugada. Eu sou branca e longa e fria, a minha carne é um suspiro na madrugada da serra. (C D de Andrade)

Desse modo também é possível descrever pessoas e personagens, física e psicologicamente:

– Física  – fornece características exteriores, ligadas aos traços físicos do personagem: altura, cor dos olhos, cabelo, forma do rosto, do nariz, da boca, porte, trajes. Exemplo: Sua pele era muito branca, os olhos azuis, bochechas rosadas. Estatura mediana, magra. Parecia um anjo. (pessoa)

·         Nina era uma cachorra beagle, com as três cores básicas da raça: preto, amarelo e branco. Orelhas compridas, pelo curto, rabo com a ponta branca, patas brancas e grandes olhos castanhos. (animal)

·         Aquele era o carro dos seus sonhos: conversível, prateado, rodas de magnésio, vidros ray-ban, rádio, direção esportiva, bancos de couro. (ser inanimado)

– Psicológica – Apresenta o modo de ser do personagem, seus hábitos, atitudes e personalidade, características interiores.  Exemplo: Era sonhadora. Desejava sempre o impossível e recusava-se a ver a realidade. (pessoa)

·         Nina era meio invocada. Não gostava nada de estranhos, latia feita louca para os pardais e não gostava nada que lhe ficassem apertando. Era meio fleugmática, não negando sua raça inglesa. (animal)

·         O carro era como seu dono: arrojado, destemido, bonito, não tinha medo das curvas, muito menos das retas. (ser inanimado)

Conforme o grau de profundidade, os personagens podem ser agrupados em duas classes:

1 – personagens esféricas – são aqueles cujo comportamento e atitudes vão evoluindo no decorrer da narrativa. São mais comuns em romances.

2 – personagens planas – apresentam comportamento linear, isto é, sem alterações do início ao fim da narrativa. Possuem uma única qualidade ou um único defeito. São encontradas em contos e novelas. O tipo origina-se a partir da personagem plana; possui uma ou mais características marcantes que levam o leitor a identificá-la imediatamente. Um exagero em suas características torna o tipo uma caricatura.

O autor de uma descrição é um indivíduo que observa qualquer segmento da realidade e tenta reproduzi-lo através de suas palavras. O ponto de vista pode ser filtrado de acordo com o autor e o enfoque pode ser objetivo (denotativo) ou subjetivo (conotativo).

– enfoque objetivo  – Na descrição objetiva, o autor reproduz a realidade como a vê. Detém-se na forma, no volume, na dimensão, no tamanho, na cor, no cheiro.  Exemplo: Ele tem uma estrutura de madeira, recoberta de espuma. Sobre a espuma há um tecido grosso. Têm assento para quatro pessoas, encosto e dois braços. É o sofá da minha sala.

– enfoque subjetivo – A realidade descrita não é apenas observada pelo autor, é também sentida. O objeto descrito apresenta-se transfigurado de acordo com a sensibilidade de quem o descreve. O autor procura transmitir a impressão, a emoção que a realidade lhe causa. São suas características:

1.      visão parcial, subjetiva e qualitativa da realidade;

2.      perspectiva artística, literária;

3.      linguagem figurada (conotativa);

            4.  substantivos abstratos e adjetivos antepostos.

Exemplo:

O sujeitão, que parecia um carro de boi cruzando com trem de ferro, já entrou soltando fogo pela folga do dente de ouro.(José Cândido de Carvalho)

Stela era espigada, dum moreno fechado, muito fina de corpo. Tinha as pernas e os braços muito longos e uma voz ligeiramente rouca. (Marques Rebelo)

Existe um tipo especial de descrição objetiva: descrição técnica, que recria um objeto utilizando uma linguagem científica, precisa. Esse tipo de texto é utilizado para descrever aparelhos, peças que compõem aparelhos, funcionamento de experiências, mecanismos. Destaca não só os elementos essenciais do objeto de modo a não confundi-lo com outro, como também suas funções mais importantes. Devem ser usadas palavras que não apresentem dúvidas de interpretação e frases que transmitam de modo inequívoco, as informações desejadas. Exemplo:

 

Descrição técnica de óculos: instrumento com lentes que ampliam os objetos distantes ou perto do observador e que lhes permitem uma visão nítida dos mesmos. (Douglas Tufano)

Há também a descrição técnica de processo, a exposição narrativa, cujo objetivo é mostrar os passos de um procedimento ou o funcionamento de um aparelho e apresenta as seguintes características principais:

1.      exposição em ordem cronológica

2.      objetividade

3.      detalhamento das ações

4.      indicação clara das diferentes fases do processo

5.      ausência de suspense ou expectativa

6.      predominância de orações coordenadas

7.      impessoalidade na exposição

Esse tipo de descrição, que envolve também pontos de narração, exige do seu autor um conhecimento aprofundado do assunto e observação apurada. às vezes é acompanhada de desenhos, mapas, fotos, diagramas, para evitar faltas ou excessos. Descrição de experiências e receitas encaixam-se nesse tipo de produção de texto.

1- Exemplo:

Torta Corrupta

Ingredientes

3 xícaras de chá de caixa dois
1 copo americanos de desvio de verbas
3 colheres de sopa de por fora
1 colher de sobremesa de suborno
1 bom punhado de tráfico de influência

Modo de fazer

Misturar muito bem todos os ingredientes, sovando bem, de modo a obter uma massa lisa e homogênea. Abrir a massa com o rolo da irregularidade dividi-la em duas partes. Coloque uma delas num pirex bem untado com ganância. Rechear com uma boa camada de safadeza, regada com muito cinismo. Cobrir com a outra metade da massa e decorar com os dizeres da Lei de Gérson. Servir com pizzas de todos os tamanhos.

2- Exemplo:

Como ir para a praia El Agua em Islã Margarita: tome o carro e vá diretamente à Avenida Bolivar. Ao adentrar nela, siga as placas com a indicação de “Isla Bonita”. Você vai passar pelo Hotel Hilton, que deverá ser o seu ponto de referência para a volta. Ande alguns quilômetros e vai chegar até a cidadezinha de Pampatar. Passe por ela ainda seguindo as indicações de “Isla Bonita”. Ande mais alguns quilômetros e vai chegar à capital da Ilha, na cidadezinha de Assuncion. Atravesse-a e continue pela estrada por mais alguns quilômetros. Logo você vai encontrar uma placa informando: Praia El Água. Não entre nesse primeiro contorno. Ande mais uns dois quilômetros e vai encontrar um outro contorno, com a mesma indicação. Entre aí. Esse é o melhor trecho da praia.

Cada autor, ao descrever, tem um objetivo próprio: representar de maneira científica, com maior exatidão possível ou provocar a emoção no leitor. Por exemplo: uma pessoa quer vender a sua casa. Diz que a casa fica num lugar sossegado, rodeada por altas árvores, muita grama, o preço é baixíssimo. Na cabeça do vendedor (emissor) está a sua casa real, que não é a mesma que está na cabeça do comprador (receptor). O emissor até modifica o ser, com a finalidade de valorizá-lo.

Há também que se levar em conta na descrição, o tipo de receptor a quem se dirige: criança, adulto e por isso, a linguagem dos textos difere bastante. Veja estes dois exemplos:

1- Cacareco tem uma cara de velho muito feia. Até parece um monstro pré-histórico, tem dois chifres, feitos de pêlos colados bem juntinhos, com os quais defende seu território. Suas orelhonas percebem todos os sons, seu narigão sente todos os cheiros. Mas os olhos, pequenininhos, enxergam muito mal. (Frans Hopp).

2 – Grande mamífero selvagem, da ordem dos ungulados, com um chifre ou dois no focinho. (Aurélio B.Holanda).

Os objetos impressionam nossos sentidos com maior intensidade, provocando sensações visuais, auditivas, táteis, olfativas e gustativas, conforme a situação.

·         sensações visuais – Domingo festivo. Céu azul, temperatura alta, calor tropical. Grande movimentação, agitação.  Crachás.  TVs, jornais, revistas, fotógrafos, repórteres, comentaristas, cinegrafistas, cabo-men, correspondentes  estrangeiros.  Corre-corre, passa-passa.

·         sensações auditivas – Barulho infernal. Motores roncando. A torcida vibrando, pneus cantando, câmbio engatando, carro voando, o tempo se esgotando.  A torcida delirando, a equipe comemorando.  Podium. Hino.

·         sensações táteis – Ao passar a mão pelo cabelo, sentiu uma coisa viscosa, mole. Tinha sido premiada!

·         sensações olfativas – Cheiros variados:  perfumes importados, combustível, cachorro-quente, hambúrguer, batata frita e pipoca.

·         sensações gustativas  – O ron-ponche tem um sabor adocicado. Percebe-se um gostinho de laranja, abacaxi e no fundo, um toque de rum.

Certas descrições obedecem a um plano pré-determinado:

·         do geral para o particular – A casa ficava situada perto de uma praia. Era cercada de muros altos, um grande jardim, piscina, vários quartos, salas. Tudo para dar conforto à família.

·         de cima para baixo – O coqueiro possuía folhas em forma de leque, cocos ainda verdes em cachos, tronco alto oco e raízes profundas.

·         de baixo para cima – Seus pés eram pequenos, proporcionais ao corpo. Braços delgados, rosto oval, cabelos grisalhos.

·         de dentro para fora – O armário possuía várias prateleiras, nas quais havia copos e xícaras antigos. As portas eram guarnecidas por vidros trabalhados e o seu corpo era da mais pura cerejeira.

·         de fora para dentro – Era uma caminhonete prata, rodas largas, faróis de milha, traseira rebaixada, bancos reclináveis, som estéreo, direção esportiva.

Estes planos não esgotam todas as possibilidades.

Na descrição de ambientes, o autor volta-se para as características do lugar, aonde, os acontecimentos vão se desenrolar. Descrever um lugar é detalhar as características e isso pode ser feito focalizando-se vários aspectos:

·         quadro parado: “Caminhões e caminhões enfileirados na madrugada, as luzes das ruas ainda acesas, um frio que não era mais de inverno mas de fim de noite, um frio orvalhado misturava-se no ar.”(Lucília Junqueira de Almeida Prado).

·         quadro em movimento: “Da mata vinham trinados de pássaros nas madrugadas de sol. Voavam sobre as árvores as andorinhas de verão. E os bandos de macacos corriam numa doida corrida de “galho em galho”.

·         ambiente externo: “Nos dias de enchente, quando a maré crescia, nas luas novas, a água verde subia até a figueira gigante“.

·         ambiente interno: “Uma sala repleta de móveis sobre o piso de linóleo, móveis pesados, de feitio antigo: o enorme console, a mesa negra, a cristaleira, o relógio de pêndulo, alto como um armário, as poltronas fundas.


Aula 7: 25/4

ATENÇÃO:

O CONTEÚDO DA AULA 7 MUDOU DE DESCRIÇÃO LITERÁRIA PARA TEXTO DISSERTATIVO CIENTÍFICO E ARGUMENTAÇÃO.

I)O Discurso Dissertativo de Caráter Científico.

Texto: PLATÃO, Francisco Savioli e José Luiz Fiorin. Para Entender o Texto. Ed. Ática, São Paulo. 16ª edição, p309.

 

II) A Argumentação no texto Dissertativo Científico

Texto: GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. Editora FGV, 2005; pág.380 à390.

1)Argumentar=Convencer.

2)Para convencer: Tese, fundamentada por argumentos.

3)Consistência dos argumentos: A argumentação esteia-se em dois elementos principais:

a)Consistência do raciocínio Lógico (SILOGISMO)

b)Evidência das provas. Evidências: (fatos, exemplos, dados estatísticos, testemunhos)

4)Argumentação Informal: Acontece em conversas do dia-a-dia. Na argumentação informal pode acontecer de aquele que está argumentando, nem sabe que está fazendo um trabalho argumentativo.

5)Argumentação Formal: Segue uma forma, uma estrutura.

a)Proposição

b)Análise da Proposição (definições)

c)Formulação de argumentos (provas ou razões; suporte das ideias : fatos, exemplos, ilustrações, dados estatísticos, testemunho)

d)Conclusão (ela surge se os argumentos forem fortes o suficiente)

 Estudo dirigido:

1)O que significa argumentar?

2)O que é a tese na argumentação?

3)O que serve para fundamentar uma tese?

4)O que é fato?

5)"Fatos, exemplos, dados estatísticos e testemunhos servem como argumentos consistentes". Explique tal afirmação.

6)Qual a diferença entre argumentação formal e argumentação informal? Justifique sua resposta.

7)O que significa usar o raciocínio lógico para argumentar?

8)Crie um exemplo de Silogismo.

9)Qual a estrutura do Silogismo?

10)Considerando o contexto organizacional, crie um exemplo de argumentação.

11)Operadores, mecanismos, estratégias; Consistências e defeitos no processo Argumentativo; Comunicação informativa e persuasiva.

12)Qual a importância da Argumentação na Comunicação de uma empresa?

 

III) Operadores, mecanismos, estratégias: Consistências e defeitos no processo Argumentativo;

Texto: Othon Garcia Cap.I da 4ª Parte Eficácia e Falácias da Comunicação. (pág.300 à 323).

 

a)Eficácia (pág.300)

•Aprender a escrever é aprender a pensar;

•A validade das declarações: algumas declarações que não precisam de comprovação;

•Fatos e indícios. Observações e inferência;

•A validade dos fatos;

 

b)Falácias (pág. 316 )

•A natureza do erro: Do ponto de vista lógico, há duas maneiras de errar: Erramos raciocinando mal com dados corretos, ou raciocinando bem com dados falsos.

•Sofismas;

•Falsos axiomas;

•Ignorância da questão;

•Petição de princípio;

•Observação inexata;

•Ignorância de causa ou falsa causa;

•Erro de acidente;

•Falsa analogia.

II) Comunicação Informativa e Persuasiva (informar x convencer)


Aula 8: 2/5

A História da Escrita

Texto: BARBOSA, José Juvêncio. "Alfabetização e Leitura". Cortez Editora. Recife, 1990.

I) Escrita e Civilização.

II) Um Sistema de Representação.

III) A Criação do Alfabeto.

IV) Algumas Características da Escrita.

V) Documentação e Reprodução.

VI) Escrita e Língua Nacional.

VII) A Língua escrita em Funcionamento.


Aula 9: 09/5

Redação Acadêmica

Texto: NADÓLSKIS, H. Comunicação Redacional Atualizada. Saraiva, São Paulo, 2011.

Redação Acadêmica:

1. Características: Impessoalidade, modéstia, cortesia, objetividade, clareza, precisão, concisão, ética, tempos verbais.

2. Citações

3. Notas

4. Sumário

5. Sinopse

6. Resumo:

-Indicativo

-Informativo

-Informativo/indicativo

-Crítico

Aula 10: 16/05

Leitor e Leituras: Considerações sobre Gêneros Textuais e Construção de Sentidos, de Sandra Patrícia, Ataíde Ferreira e Maria da Graça Dias. Universidade Federal de Pernambuco. (Texto na Pasta).


Estudo Dirigido:

Leitor e Leituras: Considerações sobre Gêneros Textuais e Construção de Sentido


1.       Por que razão o homem cria variadas formas de Linguagem?

2.       O que é necessário aos interlocutores para que a Comunicação se estabeleça?

3.       Por quê a capacidade de compreender apresenta-se como fator crítico da Comunicação humana?

4.       Explique a importância de fatores não verbais para a Comunicação. O que é Comunicação face-a-face?

5.       Explique a Comunicação escrita vista como relação dinâmica e ativa entre leitor e texto.

6.       Explique as afirmações abaixo, considerando o ato de leitura:

a.       Sujeito Ativo

b.      Leitura guiada pelos objetivos do leitor

c.       A interpretação depende dos objetivos: há tantas interpretações quanto objetivos.

7.       Explique a afirmação: linha 8 parágrafo 6º.

Apesar do conteúdo do texto ser invariável, há uma variedade de interpretação de leitura, de acordo com o leitor.

8.       Por quê leitura não pode ser concebida como uma atividade de vale tudo?

9.       Como se dá a construção de sentidos no texto?

10.   Existem limites para a compreensão textual? Justifique a sua resposta.

11.   O que significa dizer que, para compreender o texto, o leitor precisa ir além do texto?

12.    

a.       Como a Leitura pode ser entendida como atividade social? O que é conhecimento prévio?

b.      Por quê a compreensão textual não se apresenta como uma cópia real do conteúdo lido?

13.   Contraste: Leitura como ato individual e Leitura como prática social.

14.   O que são estratégias de leitura? (Essencial X Secundário)

15.   Explique o processo de codificação X decodificação na leitura.

16.   Como podemos entender o texto funcionando como “espelho do mundo” ? (Texto interferindo sobre o autor).

17.   Como podemos entender o texto em que o leitor é um indivíduo totalmente passivo?

18.   Explique o texto como snedo lugar de interação.

19.   Como é estabelecida a denominação dos gêneros textuais?

20.   Como pode ser realizada esta categorização?

21.   De acordo com o texto lido, pode-se afirmar que os gêneros textuais são rígidos?

22.   Pode-se afirmar que o texto bem escrito apresenta apenas um gênero/tipo textual em sua totalidade?

23.   O que significa o plano geral do texto? ( = infra-estrutura)


ATENÇÃO: AS AVALIAÇÕES DE OFICINA DE ESCRITA ACONTECERÃO NOS PRÓXIMOS DIAS 23/05 E 24/05.


Aula 11: 23/5

VP1


Aula 12: 30/5

Vista de Prova


Aula 13:06/6

Métodos Científicos

LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da Metodologia Científica.


Aula 14:13/6

Continuação do texto da aula anterior: MÉTODOS ESPECÍFICOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS


Aula 15: 20/6

VP2


Aula 16: 27/6

VP3


 
 
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